terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Internação Involuntária

A internação involuntária do dependente, uma importante ferramenta, é autorizada por lei; na rua, jamais se libertará da escravidão do seu vício
A violência assusta a todos nós.
O sono interrompido por meliantes invadindo nosso lar. O semáforo que tarda a sinalizar a luz verde, submetendo-nos a intermináveis momentos de tensão ao nosso redor. Os filhos que saem de casa para se expor aos perigos urbanos, gerando em nós a angústia da espera.
Pior que a própria insegurança, só mesmo sua inquietante sensação. Dados recentes do IBGE apontam que 35,7% dos lares brasileiros possuem grade em suas portas ou janelas. Quem tem condições se protege como pode.
O rentável mercado da segurança privada floresce, alimentando a indústria do medo. Blindagem de automóveis, condomínios fechados, vigilância particular em ruas e residências e mundos interiores fechados esvaziam espaços públicos e ceifam a convivência social, sombreados pelo fantasma da criminalidade. Na gênese disso tudo está a disseminação ilícita das drogas.
Triunfantes em sua batalha na mente do jovem, os entor pecentes têm dragado vidas ainda incipientes ao abismo da dependência sem volta. Antecedidas, em regra, por um histórico de desprezo, maus-tratos, abandono, abuso sexual, comportamento omisso ou inadequado dos pais ou responsáveis, ou mesmo pela falta de perspectiva de projetos positivos, crianças e adolescentes perambulam pelas cracolândias da vida em busca de drogas baratas e mortais.
Há uma dupla vitimização: do viciado, impelido pelo incontrolável desejo de consumo, que acaba por se tornar um delinquente, e dos inocentes, que por uma infelicidade cruzam seu caminho durante a ação criminosa.
Nessa perspectiva, o uso indevido de drogas deve ser reconhecido como fator de interferência na qualidade de vida do indivíduo e na sua relação com a comunidade (lei nº 11.343/2006, art. 19, inciso I).
A internação involuntária do dependente que perdeu sua capacidade de autodeterminação está autorizada pelo art. 6º, inciso II, da lei nº 10.216/2 001 como meio de afastá-lo do ambiente nocivo e deletério em que convive.
Tal internação é importante instrumento para sua reabilitação. Na rua, jamais se libertará da escravidão do vício. As alterações nos elementos cognitivo e volitivo retiram o livre-arbítrio. O dependente necessita de socorro, não de uma consulta à sua opinião.
A internação compulsória por ordem judicial pressupõe uma ação efetiva e decidida do Estado no sentido de aumentar as vagas em clínicas públicas criadas para esse fim, sob pena de o comando legal inserto na lei nº 10.216/2001 tornar-se letra morta.
Espera-se que o poder público não se porte como um mero espectador, sob o cômodo argumento do respeito ao direito de ir e vir dos dependentes químicos, mas, antes, faça prevalecer seu direito à vida.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Porque é que as pessoas consomem DROGAS?

As pessoas consomem drogas porque querem mudar alguma coisa em suas vidas. Aqui estão algumas das razões que os jovens deram para consumirem drogas:
- Para se encaixar
Para escapar ou relaxar
Para aliviar o aborrecimento
Para parecer crescido
Para se rebelar
Para experimentar
Elas pensam que as drogas são a solução. Mas eventualmente, as drogas tornam-se um problema grave.
Usar drogas não é a resposta nem a solução para qualquer problema. Sendo difícil como é enfrentar os próprios problemas, as consequências das drogas são sempre piores do que o problema que uma pessoam está tentando resolver com as drogas. A verdadeira resposta é conseguir os fatos e não consumir drogas em primeiro lugar.

DEFINIÇÕES:
Dependência: Um estado de habituação ou vício físico ou mental de uma substância, especialmente uma droga ilegal ou legal que tenha um efeito destrutivo.
Droga: As drogas são substâncias que não são comida ou nutrição, que quando colocadas dentro do corpo mudam o modo de operação do corpo ou o modo de como uma pessoa pensa ou sente.
Droga ilegal: Uma droga que não está autorizada pela Lei por causa dos seus efeitos perigosos.
Narcótico: Uma droga afeta o sistema nervoso central (nervos e medula espinal) de um modo que pode produzir doenças, euforia, perdas de memória, falhas de coordenação e incosciência. Muitos narcóticos são derivados da papoila do ópio.
Sindrome de Abstinência: As reações físicas e emocionais sentidas quando o individuo está saindo de uma droga. Isto pode variar entre um desconforto médio a dores intensas e ataques, dependendo das drogas. Evitar estas dores é uma razão porque os viciados não conseguem sair das drogas sozinhos, mesmo que eles queiram sair.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

O efeito das drogas na FAMÍLIA!

Ao referir-se às drogas, lícitas ou ilícitas, é quase automático mencionar os inúmeros efeitos e reações delas no organismo. É possível listar as mais diversas implicações que cada uma dessas substâncias acarreta ao Sistema Nervoso Central e todos os malefícios específicos em cada órgão do corpo humano.

Mas hoje, gostaria de tratar de um assunto tão relevante quanto o efeito das drogas no organismo: trata-se do efeito das drogas na FAMÍLIA.

Não há como falar do usuário de drogas ou do dependente químico em recuperação, sem atentar para a família deste individuo.
Ao optar por reunir-se com os “amigos” para usar, ou simplesmente perambular pelas ruas atrás de sua droga de preferência, o usuário, despido de qualquer noção de dignidade ou de exposição, carrega consigo o pai, a mãe, a esposa e, possivelmente, mais um ou dois parentes próximos. Evidentemente, não me refiro ao sentido literal da palavra. Refiro-me sim, ao fato destes familiares, muitas vezes, ficarem expostos como o próprio usuário fica, de terem perdas como eles têm, de correrem riscos e de ficarem vulneráveis como eles ficam e de adoecerem, até mesmo cronicamente, como eles adoecem.
Muitas vezes, sentindo-se impotente, a família não sabe como reagir, não sabe o que sentir e acaba perdendo o controle junto com o usuário.
Não são raras as vezes em que somos procurados por famílias inteiras abatidas, debilitadas emocional e fisicamente, magoadas, ressentidas, assustadas, consumidas em todos os sentidos, solitárias, esgotadas em suas emoções e até em suas finanças por causa da dependência de um ente querido. Para muitas destas famílias resta apenas um pouco de esperança em ter de volta o seu familiar em sua essência verdadeira.
Os apavora assistir e sentir toda a compulsão pelo uso do individuo e, ainda que não perambulem pelas ruas como ele e ainda que não tenham nenhum prazer no uso, a família sabe bem o que a espera depois deste efeito e sabe que não pode fugir das conseqüências deste uso.
São inúmeras as vezes em que as mães não dormem esperando que seu filho usuário volte para a casa, são incontáveis as vezes que o seu coração se desespera ao ouvir o telefone tocar enquanto o espera. São também, muitas às vezes em que o pai chora sem saber o que fazer enquanto dirige pelas ruas, horas a fio, procurando pelo filho desaparecido de casa há dias, ou enquanto tenta consertar ou resolver algo que ele tenha feito. Sem falar nas quantidades enormes de casamentos desfeitos, ou nas vezes que a esposa faz as malas e as desfaz algum tempo depois, crendo na promessa de tratamento que recebera.
São muitos os filhos que acompanhamos envergonhados pelas cenas patéticas que presenciam ou assustados com as reações violentas do pai alcoólatra ou drogado.
Diariamente recebemos pedidos desesperados de familiares que já não conseguem mais cuidar de si mesmos, que não tem meios de manter o familiar em casa, seguro e alimentado. Que não sabe o que fazer para manter o emprego que a sustenta e o filho dependente ao mesmo tempo. Que não sabem como lidar com o seu vicio nem como livrar-se dele.
Famílias que já passaram pela oitava, décima quinta, vigésima terceira internação e que, calejadas pelas manipulações do individuo, resignam-se a aguardar pela próxima recaída. Famílias que não saem de férias, com receio de que toda a sua casa seja saqueada para sustentar o vicio do seu dependente. Famílias com nomes, sobrenomes e sonhos expostas e condicionadas a espera de qualquer lampejo de sobriedade e lucidez do filho amado. Famílias que se culpam ou que procuram alguém para culpar. Famílias que são reféns de situações e emoções incontroláveis. Que tentam, mas não conseguem “entender” em qual momento de suas vidas “permitiram” que isto acontecesse ao seu filho, ou aos seus filhos.
Famílias que querem fazer algo, mas algo que o usuário também queira. E enquanto esperam que ele tome alguma decisão, acabam percebendo que as coisas só fazem piorar. Famílias tão co-dependentes que chegam até a acreditar, piamente, na possibilidade do filho acordar, amanhã, decidido a parar de usar drogas ou motivado o bastante para procurar ajuda sozinho.
Famílias que sabem que seu usuário necessita tratar-se, que temem pelo o que as drogas possam lhes causar, mas que, apesar disto, temem diante da idéia de interferir e de interná-lo sem que ele queira.
Embora muitas famílias não percebam ou demorem a perceber, uma coisa é certa: em meio a todos estes efeitos devastadores, ela acaba sendo uma das peças fundamentais para o tratamento do individuo que usa drogas. Por serem os mais próximos e afetados diretamente pela dependência de um indivíduo e mesmo em meio a todo este caos instalado em suas vidas, a família tem mais condições orgânicas de reagir ao descontrole do usuário e de interferir neste ciclo. Em algum momento, mesmo vivendo em função do dependente químico, e, embora envolta em todo este contexto comum ao uso de drogas, a família, comparada ao próprio usuário, tem mais condições físicas, psíquicas e emocionais para buscar ajuda e internar seu familiar para um tratamento emergente, já que o usuário em si, está imerso demais, confuso e adoecido demais para tomar qualquer decisão em favor de si e dos que o rodeiam.
É importante que os familiares reajam a dependência do seu ente querido. Como quem observa de fora e visualiza toda a necessidade de conduzi-lo a vida novamente e de proporcionar um pouco de liberdade em resposta ao aprisionamento que as drogas causaram, é necessário que a família tenha foco. Que procure ajuda especializada, que busque o máximo de informações possíveis, que freqüente os grupos de AA, NA, Al-Anon, Nar-Anon e Amor Exigente, para aprender a lidar com os processos da recuperação de seu familiar.
A dependência química é uma doença grave, ela é crônica e progressiva. Muitas vezes ela é um inimigo silencioso dentro de casa e a família só percebe sua presença quando ela já dominou boa parte do território. Por isso, fique atento. Informe-se. Reaja. Ajude-se. Ajude.
Juntos e bem informados, os familiares terão grandes chances de vencer esta guerra.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Tipos de Drogas e Entorpecentes

As drogas são definidas como toda substância, natural ou não, que modifica as funções normais de um organismo. Também são chamadas de entorpecentes ou narcóticos. A maioria das drogas são produzidas à partir de plantas (drogas naturais), como por exemplo a maconha, que é feita com Cannabis sativa, e o Ópio, proveniente da flor da Papoula. Outras são produzidas em laboratórios (drogas sintéticas), como o Ecstasy e o LSD. A maioria causa dependência química ou psicológica, e podem levar à morte em caso de overdose. . Existem exames médicos que conseguem detectar a presença de várias drogas no organismo - são chamados de Exames Toxicológicos.
As pessoas que tentam abandonar as drogas podem sofrer com a Síndrome de Abstinência, que são reações do organismo à falta da droga.
O tráfico de drogas é chamado de narcotráfico. Algumas dessas substâncias são utilizadas em medicamentos (drogas lícitas), outras são proibidas em quase o mundo todo (drogas ilícitas).
Abaixo os principais tipos de drogas:

Drogas Naturais

  • Maconha: uma das drogas mais populares, a maconha é consumida por meio de um enrolado de papel contendo a substância. É feita a partir da planta Cannabis sativa. Existe a variação chamada Skunk, com um teor de THC bastante elevado, bem como o Haxixe.
  • Ópio: droga altamente viciante, o Ópio é feito a partir da flor da Papoula. Os principais efeitos são sonolência, vômitos e náuseas, além da perda de inteligência (como a maioria das drogas). Opiáceos: codeína, heroína, morfina, etc.
  • Psilocibina: é uma substância encontrada em fungos ecogumelos, a Psilocibina tem como principal efeito as alucinações. Também é utilizada em pesquisas sobre a enxaqueca.
  • DMT - Dimetiltriptamina: A principal consequência do seu consumo são perturbações no sistema nervoso central. Utilizada em rituais religiosos.
  • Cafeína: é o estimulante mais consumido no mundo - está no café, no refrigerante e no chocolate.
  • Cogumelos Alucinógenos: alguns cogumelos, como o Amanita muscaria podem causar alucinações.
  • Nicotina

Drogas Sintéticas

  • Anfetaminas  - Seu principal efeito é o estimulante. É muito utilizada no Brasil por caminhoneiros, com o objetivo de afastar o sono e poder dirigir por longos períodos.
  • Barbitúricos - Um poderoso sedativo e tranquilizante, causa grande dependência química nos seus usuários.
  • Ecstasy - Droga altamente alucinógena, causa forte ansiedade, náuseas, etc.
  • LSD - Outro poderoso alucinógeno que causa dependência psicológica.
  • Metanfetamina - Era utilizada em terapias em muitos países, mas foi banida pelo uso abusivo e consequências devastadores da droga.

Drogas Semi-Sintéticas

  • Heroína - A heroína é uma das drogas mais devastadores, altamente viciante - causa rápido envelhecimento do usuário e forte depressão quando o efeito acaba.
  • Cocaína e Crack - A cocaína é o pó produzido a partir da folha de coca, e o crack é a versão petrificada dessa droga. Altamente viciante, deteriora rapidamente o organismo do drogado, causando também perda de inteligência, alucinações, ansiedade, etc.
  • Morfina - É uma droga utilizada principalmente para o alívio de dores em todo o mundo. Também causa dependência química nos seus usuários.
  • Merla - droga produzida a partir da pasta de coca.
  • Oxi - outra droga derivada da pasta de cocaína.
drogas
Fotos: Archiwiz; PetrP; Nenov Brothers Images / Shutterstock.com

Outras Drogas: inalantes, solventes, bebidas alcoólicas, cigarro

  • Bebidas Alcoólicas
  • Boa noite Cinderela
  • Cola de Sapateiro
  • Etanol e suas consequências
  • Inalantes
  • Lança Perfume
  • Cigarro e os Males do Cigarro
  • Efeitos da Nicotina e Alcatrão
  • Charuto
  • Narguilé

Medicamentos

Muitas drogas são utilizadas em medicamentos, para o tratamento de diversos problemas de saúde e doenças.
  • Tranquilizantes - remédios de venda controlada, para controle da tensão, insônia e ansiedade.
  • Ansiolíticos - utilizados no tratamento contra a ansiedade.

Drogas e a Sociedade

  • Crack: o craque do time da morte
  • Cracolândia
  • Toxicomania
  • Drogas: o crack e os novos termos
  • Drogas nas escolas do Brasil
  • Fumante passivo - conheça os riscos que as pessoas que convivem com fumantes estão correndo.
  • Leis Antifumo - muitos países já estão proibindo o fumo em locais públicos, veja como são as leis antifumo no Brasil.
  • Narcotráfico na Ásia
  • Tráfico internacional de drogas
  • Drogadição
  • Intoxicação por maconha
As drogas causam atualmente um grande problema na sociedade. Algumas iniciativas importantes foram criadas para evitar que a juventude entre nesse mundo sem volta (na maioria das vezes).

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

É NATAL !!! É TEMPO DE REFLEXÃO, PERDÃO E RECONCILIAÇÃO!

A chegada do dia 25 de dezembro é aguardada com imensa ansiedade pelos cristãos do mundo inteiro

É que, por pouco mais de dois mil anos tem sido assim e continuará a sê-lo. Pelo menos para aqueles que entendem suas limitações humanas. Sobre modo, acreditam que o ser humano é formado de corpo, alma e espírito. Por isso, crêem que existe Vida após a morte física.

Por essa vertente, os que acreditam em Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo aguardam na fé à salvação eterna, confiantes que existe, sim, o céu e o inferno além da jornada terrena.
Muitas religiões falam disso há séculos, nas suas mais diferentes formas de cultuar a Deus, Jesus, Emanuel, Alá, Jeová-Giré... O Messias.

É tempo de Natal!

Natal que, com o seu poder mágico transforma as pessoas, os ambientes, alcançando todas as camadas sociais humanas.
Natal que, com o seu misticismo inexplicável, porém, maravilhoso faz brotar até nas faces mais sisudas um sorriso acolhedor, amigo e solidário.

Natal que invade os lares mais humildes, as ruas, as praças, os locais mais suntuosos produzindo palavras boas, afagos autênticos, solidariedade e uma incrível vontade para que as pessoas vivam em paz, principalmente, com os seus semelhantes.

Qual a razão maior disso tudo? 

É a pergunta que todos se fazem. E encontram mil pontos de vista para responder, pois todas as respostas conduzem ao nascimento Daquele que veio ao mundo, gerado pelo Espírito Santo e concebido pela Santíssima Virgem Maria: JESUS CRISTO!

Aquele que, através de duas coisas: amor e perdão, dividiu a história ao meio fazendo com que, depois Dele, jamais o mundo viesse a ser o mesmo. Porque, desde o seu advento, todos os homens passaram a entender que existem dois lados distintos, que pelo livre arbítrio, o homem pode escolher em sua existência: o lado do BEM, e o lado do MAL.

Com o primeiro estão os que optam por viverem como filhos de Deus, sob sua inexpugnável proteção, tanto no plano material, quanto no espiritual (imaterial).

Com o segundo lado estão aqueles que acreditam apenas no que vêm, pegam, sentem e usufruem (são os que valorizam e se apegam, excessivamente, aos denominados bens e vícios materiais), onde os sentimentos do amor e do perdão são espécies de adereços e/ou meras etiquetas sociais. Vivem numa intensa luta pelo poder material e financeiro. Apesar de, às vezes, terem tudo para ser felizes (principalmente famílias bem constituídas e bonitas). Vivem num “eterno” vazio existencial. Nunca nada lhes é suficientemente bom, completo e satisfatório.

Esses seres são os denominados ateus, fariseus, apóstatas da vida, materialistas por excelência. Dificilmente param para agradecer aquilo que a própria vida e a misericórdia de Deus lhes têm concedido.
Esses seres preferem o “universo da ganância”, do “falso estrelado da sociedade”, onde as deslealdades são incontáveis, onde as armadilhas estão a espreita, pois o “inimigo” não lhes dá sossego... Esses seres são fáceis de serem percebidos em meio ao gênero humano: não oram, não agradecem, não clamam pela presença do Deus Vivo em suas vidas. Deleitam-se nos prazeres da carne, da luxúria, da gula, da vaidade, da arrogância, da prepotência. Julgam-se felizes em seus “mundinhos”, onde “acreditam” que sejam o “próprio centro das atenções”. O resto é o resto. Nada mais.

Por isso trazem um comportamento irado na face. Cometem atitudes deselegantes. São seres atrevidos, agressivos e arrogantes para com os aqueles que os cercam. Infelizmente, não se dão conta que isso não bom e nem lhes trás a verdadeira alegria para viverem a vida com toda a sua plenitude.

Mas sigamos adiante... É Natal!

É tempo de renovar as esperanças, para nascer de novo, se assim cada ser humano desejar. Afinal de contas, isso só poderá acontecer se o amor de Deus penetrar no coração de cada um.

Porém, para isso acontecer é preciso que, cada ser humano, abra (por dentro) a porta do seu coração, vez que, o corpo humano é uma moradia cuja porta e a fechadura só abrem pelo lado de dentro.
Quer dizer: ou aceitamos a Deus ou o renegamos, para viver as ilusões, desventuras e amargores da vida terrena.

Você já havia pensado nisso meu irmão, minha irmã?

Não?

Então acorde, pois é hora de você aproveitar, e não deixar essa nova oportunidade passar vão. Está chegando à hora. A meia-noite está bem pertinho.

O Natal está chegando, com as suas luzes intensas, com suas múltiplas matizes. Com o seu amor, com a sua magia, com a sua candura, com o seu mágico poder de trazer alegria e felicidade ao seio da humanidade, embora considerável parte dela ainda teime em ignorá-lo.

O responsável por isso não nasceu num palácio, numa mansão, num iate ou num navio de luxo.

O responsável por isso - (JESUS CRISTO) - nasceu numa simples gruta da cidade de Belém, na Palestina, região do médio-oriente.
Ele teve como berço uma simples manjedoura, ornamentada por palhas, panos e vasilhames humildes, protegido por José e Maria, alguns pastores, e cercado por ovelhas.

Naquela gruta de Belém, não havia luz elétrica, porém, uma estrela de intenso brilho, parada no firmamento do céu a iluminava com uma claridade jamais produzida pela inteligência humana.
E exatamente ali, onde os poderosos de Roma jamais imaginavam estava o Filho de Deus... JESUS CRISTO, que mais tarde iria entregar sua vida pela salvação da humanidade, e faria com essa mesma humanidade uma aliança eterna.

Assim aconteceu.

O restante dessa história magnífica todos já sabem.
De tudo aquilo restaram as normas, os ritos, os dogmas, as interpretações diferenciadas, de acordo com os hábitos, tradições e costumes em cada continente terrestre.

Vale considerar que, não se sabe, pelo mundo afora, de qualquer fato que tenha tido a mínima possibilidade de superar esse acontecimento, em importância e magnitude, perante a humanidade. Embora existam centenas e centenas de religiões espalhadas pelo mundo. Muitas delas com os seus deuses e mitos. Porém, nenhum jamais superou ou superará o nascimento, a vida e a paixão de Jesus Cristo, filho de Deus-Pai encarnado, a ponte de libertação e salvação para os homens de boa vontade.

Por isso, todos nós da Comunidade Vida e Paz, nos juntamos às manifestações de júbilo erguidas aos céus, pela vinda (ainda que simbólica) de Jesus Cristo ao nosso mundo outra vez, primeiramente para agradecer o que Deus nos tem concedido (vida, saúde, família, saber, trabalho, sobrevivência em coletividade, sobre modo, pelo pão de cada dia em nossas mesas, pelo sorriso de nossos filhos, de nossas esposas, pais, mães e tantos amigos que nos acolhem).

Isso é lição boa e impagável, num mundo tão carente de autênticos valores humanos, cheio de competitividade, ambição, confrontos, guerras, sofismas e paradoxos sociais.

E mais que isso: é hora de agradecer e de rogar a Deus, que nos ajude em nossa caminhada nesse mundo, com altivez, com humildade, com sabedoria, sobre modo de forma edificadora e solidária para com os nossos semelhantes.

É hora, também, de rogar que as Bênçãos de Deus e da Virgem Maria, nos cubram e protejam contra as “setas atiradas pelo inimigo”, nos livrando também de todas as suas armadilhas, para que possamos cumprir com coragem e determinação a missão para a qual fomos destinados.

Senhor Jesus, que essas bênçãos se estendam sobre todos os lares de Rondônia, do Brasil e do Mundo, vez que, somente Tu és símbolo verdadeiro do Amor, do Perdão e da Paz.

Que o Natal, Senhor, não seja apenas atos de consumismo e banalidades em nossas vidas.

Que saibamos separar bem os excessos e nos livrar de suas conseqüências malévolas, pois Tua Essência não está e jamais estará nessas coisas. Daí a Tua preferência pelos humildes e menos favorecidos da sorte.

Que as bênçãos do Menino-Deus tragam para todos, indistintamente, os ingredientes necessários à edificação de nossas vidas material e espiritual.

Que assim seja! Amém!

   FELIZ NATAL !        

Produção e abuso de novas drogas sintéticas aumenta

A produção e abuso de medicamentos opiáceos e novas drogas sintéticas continua em escalada, representando uma fatia cada vez maior do mercado global de narcóticos, segundo o gabinete da ONU para as Drogas e Criminalidade (UNODC).
A conclusão consta do Relatório Mundial sobre as Drogas 2011, hoje apresentado em Nova Iorque com a presença do secretário geral da organização, Ban Ki-moon. "Ao passo que os mercados globais para a cocaína, heroína e cannabis diminuíram ou permaneceram estáveis, a produção e abuso de medicamentos opiáceos prescritos e novas drogas sintéticas subiu", sublinha o relatório. O UNODC divide o mercado de narcóticos em quatro grupos: cannabis, ópio e heroína, coca e cocaína, e estimulantes sintéticos tipo anfetaminas.
Cerca de 210 milhões de pessoas em todo o mundo - 4,8 por cento da população entre 15 e 64 anos de idade - consumiu drogas no ano passado. Estes dados da UNODC apontam para uma "estabilização" quer do consumo esporádico quer do consumo abusivo. "Contudo, disparou a procura de substâncias fora do controlo internacional", refere o relatório. Este é o caso da piperazina e catinona, mas também de canabinóides sintéticos, com efeitos semelhantes ao cannabis, também conhecidos por "especiarias". "Os ganhos a que assistimos nos mercados de drogas tradicionais estão a ser anulados por uma moda de `drogas designer" sintéticas imitando substâncias ilegais", afirma o director executivo da agência, o Yuri Fedotov.
Muitas substâncias não reguladas são comercializadas como narcóticos legais e substitutos para estimulantes ilícitos como a cocaína ou ecstasy. Considerada uma substância altamente viciante, a metanfetamina está a "varrer" o leste da Ásia e tem vindo a ganhar espaço também na América do Norte, sublinha o relatório. Em grande parte devido às metanfetaminas, no ano de 2009 registou-se mesmo um recorde na apreensão de drogas sintéticas. África e especialmente o Sudeste asiático estão "sob o radar" quanto à produção deste tipo de drogas sintéticas. "A comunidade internacional parece ter tirado `os olhos da bola" no controlo de drogas no Sudeste asiático. Temos de estar proactivos em todas as frentes antes que a região se torne novamente numa grande plataforma de drogas", adianta Fedotov.
Os dados do relatório apontam também para uma queda acentuada na produção de ópio, devido a uma praga no Afeganistão, e uma mais modesta descida no cultivo de coca, que não impediram que a produção de heroína e cocaína fosse "significativa". Enquanto o mercado de cocaína norte-americano registou uma quebra "enorme" nos últimos anos, na última década o consumo deste estimulante duplicou na Europa, e os dois mercados movimentam agora quantias semelhantes, acima de 30 mil milhões de dólares. De acordo com o UNODC, o consumo de drogas causa perto de 200 mil mortos todos os anos.

terça-feira, 8 de abril de 2014

O que são drogas psicotrópicas?
Todo mundo já tem uma ideia do significado da palavra droga. Em linguagem comum, de todo o dia ("Ah, mas que droga" ou "logo agora, droga...", ou ainda, "esta droga não vale nada!"), droga tem um significado de coisa ruim, sem qualidade. Já em linguagem médica, droga é quase sinônimo de medicamento. Dá até para pensar porque uma palavra designada para apontar uma coisa boa (medicamento, afinal este serve para curar doenças), na boca do povo tem um significado tão diferente.

O termo droga teve origem na palavra droog (holândes antigo) que significa folha seca; isso porque antigamente quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais. Atualmente, a medicina define droga como qualquer substância capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento. Por exemplo, uma substância ingerida contrai os vasos sanguíneos (modifica a função) e a pessoa passa a ter um aumento de pressão arterial (mudança na fisiologia). Outro exemplo, uma substância faz com que as células do nosso cérebro (os chamados neurônios) fiquem mais ativas, "disparem" mais (modificam a função) e, como consequência, a pessoa fica mais acordada, perdendo o sono (mudança comportamental).

Mais complicada é a seguinte palavra: psicotrópico. Percebe-se claramente que é composta de duas outras: psico e trópico. Psico é fácil de se entender, pois é uma palavrinha grega que relaciona-se a nosso psiquismo (o que sentimos, fazemos e pensamos, enfim, o que cada um é). Mas trópico não é, como alguns podem pensar, referente a trópicos, clima tropical e, portanto, nada tem a ver com uso de drogas na praia! A palavra trópico, aqui, se relaciona com o termo tropismo, que significa ter atração por. Então, psicotrópico significa atração pelo psiquismo, e drogas psicotrópicas são aquelas que atuam sobre nosso cérebro, alterando de alguma maneira nosso psiquismo.

Mas essas alterações do psiquismo não são sempre no mesmo sentido e direção. Obviamente, dependerão do tipo de droga psicotrópica ingerida. E quais são esses tipos?
Um primeiro grupo é aquele em que as drogas diminuem a atividade de nosso cérebro, ou seja, deprimem seu funcionamento, o que significa dizer que a pessoa que faz uso desse tipo de droga fica "desligada", "devagar", desinteressada pelas coisas. Por isso, essas drogas são chamadas de Depressoras da Atividade do Sistema Nervoso Central, é a parte que fica dentro da caixa craniana; o cérebro é o principal órgão. Em um segundo grupo de drogas psicotrópicas estão aquelas que atuam por aumentar a atividade de nosso cérebro, ou seja, estimulam o funcionamento fazendo com que o usuário fique "ligado", "elétrico", sem sono. Por isso, essas drogas recebem a denominação de Estimulantes da Atividade do Sistema Nervoso Central. Finalmente, há um terceiro grupo, constituído por aquelas drogas que agem modificando qualitativamente a atividade de nosso cérebro; não se trata, portanto, de mudanças quantitativas, como aumentar ou diminuir a atividade cerebral. Aqui a mudança é de qualidade! O cérebro passa a funcionar fora de seu normal, e a pessoa fica com a mente perturbada. Por essa razão esse terceiro grupo de drogas recebe o nome de Perturbadores da Atividade do Sistema Nervoso Central.

Resumindo, então, as drogas psicotrópicas podem ser classificadas em três grupos, de acordo com a atividade que exercem em nosso cérebro:

1 Depressores da Atividade do SNC.
2 Estimulantes da Atividade do SNC.
3 Perturbadores da Atividade do SNC.

Essa é uma classificação feita por cientistas franceses e tem a grande vantagem de não complicar as coisas, com a utilização de palavras difíceis, como geralmente acontece em medicina. Mas se alguém achar que palavras complicadas, de origem grega ou latina, tornam a coisa mais séria ou científica (o que é uma grande besteira!), a seguir estão algumas palavras sinônimas:

1 Depressores – também podem ser chamadas de psicolépticos.
2 Estimulantes – também recebem o nome de psicoanalépticos, noana lépticos, timolépticos etc.
3 Perturbadores – também chamados de psicoticomiméticos, psicodélicos, alucinógenos, psicometamórficos etc.


COMUNIDADE TERAPÊUTICA - VIDA E PAZ DE BAURU - SP.