quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

MUDANÇA DO ESTILO DE VIDA

MUDANÇA DO ESTILO DE VIDA 




Algo muito difícil de fazer não é?


Mudar alguns padrões com os quais estamos acostumados, causa insegurança e um certo espanto em nós. Mas é o que precisamos fazer enquanto um dependente químico está em recuperação tanto em casa quanto nume instituição. 
Dentro da instituiçao eles (dependentes químicos) são encorajados a todo o minuto a mudar da vida e muitas vezes mudam mesmo! Porém ao chegarem em casa eles tem um verdadeiro choque.
Ainda prevalece na casa a mesma gritaria, palavrões, desrespeito, egoísmo e desconfiança. devemos avaliar nosso lar. Analisar com agia e como está agindo agora que "bode expiatório" saiu de circulação. É hora de olhar para nós mesmos e enxergar quais são os defeitos que estavam tão "comodamente escondidos", pelo comportamento inadequado e desafiador do dependente químico. 
Até pelo cuidado com a casa, trazendo-a mais em ordem para ele ao chegar, trate a casa também com muito respeito. É muito importante que a família esteja envolvida com um grupo de apoio buscando recursos emocionais e espirituais para saber lidar com a situação. 

Também é necessário: 

  • procurar criar situações de diálogo acolhendo-o da melhor maneira possível, evitando acusações, cobranças e reviver fatos do passado. 
  • Evitar ter á disposição dentro do lar: bebidas alcoólicas, cigarros...
  • Estar atentos a qualquer mudança de comportamento, buscando dialogar, valorizar as conquistas realizadas ou seja elevar a auto-estima; 
  • Abandonar também os nossos vícios; fumo, álcool, uso excessivo de medicamentos, mentiras, comprar compulsivamente e outros que cada um vai questionar-se;
  • Vencer a baixa auto-estima, lembrar do que mais gostávamos de fazer e não fazemos mais;
  • voltar a ter um relacionamento social normal, por exemplo; visitar parentes, amigos; etc. E finalmente o mais importante é rever nossa postura com relação a Deus. Só Ele poderá convencer nosso querido a ter uma vida saudável. 
Buscar a Deus, ler a Bíblia, andar em unidade e amor respeitando e buscando um caminho de paz como toda a família, enfim alimentar nosso espírito. 
Por tudo isso e ainda mais que o Espírito Santo vai nos mostrar, estaremos ajudando o dependentes químicos a resistir as pressões externas (amigos, escolas, etc..) gerando nele a capacidade para avaliar as consequências de seus próprio atos. 


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A Família e as drogas

A Família e as drogas

Hoje em dia, não se fala mais em tratamento de alguém com problema de drogas e álcool, sem levar em consideração a família. A família é composta de indivíduos que estabelecem relações entre si, compartilhando a mesma cultura e história, onde cada um exerce uma função distinta e complementar.

 
A família é fundamental no tratamento, primeiro porque é a base formadora de toda a história desse indivíduo. Formou os valores que vão salvar essa pessoa de uma continuidade no mundo das drogas, afinal as drogas destroem os valores das pessoas e afetam as relações.
O mundo das drogas é o mundo das mentiras, das omissões. Não adianta nada o indivíduo ir se tratar se a equipe que o auxilia nesse processo não souber o que está acontecendo na realidade. E a realidade quem traz é a família, porque uma pessoa dependente na ativa mente, omite. Se a família estiver presente ajuda a trazer uma noção de realidade na vida dessa pessoa que está usando droga. E a família também deve ser tratada. Primeiro, em consultas com especialistas em dependência química para que possa ter uma noção do que deve ser modificado nas relações entre eles.
Mas também precisa entrar em contato com outras famílias para trocar experiências com outras famílias, pois a família encontra-se encarcerada pelo dependente químico. Para livrá-la desse cativeiro, é preciso um tratamento específico à codependência.
Codependência é um termo da área da saúde usado para se referir a pessoas, geralmente parentes, fortemente ligadas emocionalmente a uma pessoa com séria dependência física e/ou psicológica de uma substância (como álcool ou drogas ilícitas) ou com um comportamento problemático e destrutivo.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Prevenção à Recaída



 Prevenção à Recaída


Estudos mostram que 80% das pessoas que se tratam por dependência recaem no uso depois de algum tempo. Em geral é preciso passar por vários tratamentos (ou mesmo tentativas pessoais) para que a pessoa consiga parar. Isto não significa que todo mundo vai passar por uma recaída, mas que a possibilidade é extremamente alta.

Diante desses dados, podemos considerar que o fato de uma pessoa recair no uso de uma droga não significa que ela é um caso perdido, mas que está num processo de recuperação que, em 80% dos casos, inclui várias tentativas até consegui-la.
Existem programas de prevenção da recaída que procuram combinar procedimentos de treinamento das habilidades comportamentais, intervenções cognitivas e mudanças no estilo de vida.

A aquisição de algumas posturas pode ajudar o usuário a manter-se abstinente, entre as quais: planejar como se afastar de pessoas que consomem drogas, como dizer "não" quando elas lhe são oferecidas, como procurar ajuda (ou a companhia) de amigos ou da família quando a "fissura" está muito alta. 
Algumas mudanças nos hábitos e no estilo de vida também favorecem a manutenção do afastamento da droga. Aqui se incluem desde a busca de novos interesses no campo do lazer, da atividade física, da arte, de novos grupos e amigos até mudanças mais amplas como a troca de ambiente, de cidade, de local de estudo ou de trabalho.

O significado disto não é fugir do problema, mas criar novas condições e experiências que adquiram fortes significados para a pessoa levando-a a, gradativamente, construir um novo estilo de vida.

Nada garante que a recaída jamais venha a ocorrer, mas o aumento do autocontrole e o desenvolvimento de habilidades para enfrentar as situações, serão de grande valia para afastar essa possibilidade e, caso ela aconteça, ter força e coragem para tentar mais uma vez, até alcançar seu objetivo.  

Drogas na adolescênc​ia


O adolescente e as Drogas


      A adolescência e uma fase do desenvolvimento humano em que ocorrem muitas mudanças, é uma fase conflituosa da vida devido às transformações físicas e emocionais vividas. Surge a curiosidade, os questionamentos, a vontade de conhecer, de experimentar o novo mesmo sabendo dos riscos, e um sentimento de ser capaz de tomar as próprias decisões. É o momento que o adolescente procura sua identidade, não mais se baseando nas orientações dos pais, mas também nas relações que constrói principalmente com o grupo de amigos.

Para a grande maioria dos jovens, ter experiências novas (lugares, músicas, amigos e também drogas) não necessariamente trará problemas permanentes, e muitos se tornarão adultos saudáveis. Mas há jovens que passam a ter problemas a partir dessas experiências, e por conta disso a adolescência é um período de risco para o envolvimento com as drogas.


O papel da família na formação do adolescente

A família, por sua vez, pode atuar com o um fator de risco ou protetor para o uso de substância psicoativas. Filhos de dependentes de álcool e drogas apresentam risco quatro vezes maior de também se tornarem dependentes.

Mas o desenvolvimento da dependência irá depender da interação de:
  • Aspectos genéticos
  • Características de personalidade
  • Fatores ambientais, que poderão ser protetores ou até mesmo de risco para o uso de drogas
É de fundamental importância o papel da família na formação do adolescente. É função da família fazer com que a criança aprenda a lidar com limites e frustrações.

Crianças que crescem em um ambiente com limites e regras claras, geralmente são mais seguras e sabem o que podem e o que não podem fazer. Quando se deparam com um limite, sabem lidar com a frustração.


Uma palavra aos pais

Ao descobrirem que o filho adolescente está usando drogas, alguns pais tendem a se sentirem culpados, questionando-se onde erraram na educação do filho, o motivo de tal fato estar acontecendo com eles já que nunca deixaram faltar nada em casa. Outros pais buscam a internação de seus filhos esperando um método de cura imediata. Há alguns que recebem a notícia acusando o grupo social a qual o filho pertence. A tentativa de ajudar o filho e redimir a culpa transforma um problema, possivelmente passageiro e de solução possível, numa tragédia que afeta violenta mente a vida da família e do jovem.
Há alguns casos em que se torna comum às famílias terem em casa uma "farmacinha" com analgésicos, calmantes, na qual as pessoas vão tomando, muitas vezes sem prescrição médica, pensando numa solução química para os seus problemas ou simplesmente para relaxar.
Há ainda o álcool que costuma ser usado no diminutivo como cervejinha, uisquinho entre outros, como forma de amenizarem os seus males. Esses elementos não são encarados como drogas. E para o filho ver o pai se embriagar e a mãe se dopar com calmantes se torna normal.

Diálogo: o melhor caminho

sexta-feira, 31 de maio de 2013

AMIGOS

   

AMIGOS

Todos nós temos alguém na vida, conhecemos alguém, temos perto de nós uma pessoa em quem confiamos totalmente. Uma pessoa que está sempre do nosso lado, que participa, divide, nos acompanha quando estamos alegres ou tristes. Está conosco quando há abundância e também quando eventualmente alguma coisa nos falta.


Pessoas que se calam para nos ouvir. Pessoas que nos orientam na hora do desespero. Pessoas que não costumam criticar os nossos erros, mas que nos alertam das suas consequências. Enfim, pessoas que nunca nos decepcionaram, ou que nunca tenham falhado conosco. A essas pessoas, costumamos chamar de “amigos”, o nosso “melhor amigo”.


      
Você tem uma pessoa dessas na sua vida? E se tem, será que você significa para ela a mesma coisa?
Será que podemos nos considerar bons amigos para outras pessoas?

Vamos pensar o seguinte: relação de amizade é uma relação de duas mãos, ida e volta, não é só de ida ou só de volta.

Da mesma forma que você pode ter um amigo desses em sua vida, na maioria dos casos você também será considerado por essa pessoa, um grande amigo, um bom amigo. Então, imaginemos que porventura esse seu amigo esteja precisando de ajuda e ele deixe de vir conversar contigo e vá pedir ajuda a outra pessoa.

Qual é o sentimento que você teria?
Será que você se sentiria traído por ele não ter buscado ajuda em você?
Será que você pensaria que ele não o considera mais como amigo?
Será que você sentiria ciúmes da outra pessoa em quem  ele buscou ajuda?
Você pensaria ter falhado com ele?
Será que você acharia que ele não quer mais saber de você?
Você ficaria triste com isso? Sim, com certeza ficaria.

Colocamos essa hipótese para podermos entender aquilo que sentimos quando eventualmente somos traídos, ou deixados de lado por alguém muito querido; e, para que possamos imaginar o que Deus sente quando fazemos a mesma coisa com Ele.

Em João 15:15, Jesus nos chama de “amigos”.
Procuremos entender o que Deus sente nessa relação de amizade, quando não correspondemos da forma com que deveríamos; ou seja, nós temos o melhor Amigo que poderíamos ter, e de repente O abandonamos, deixando-O de lado, deixamos de procurá-Lo, de ouvi-Lo. E isso não é novo, acontece bastante, e há muito tempo.

Relembremos um dos momentos em que Deus fica muito triste com o seu povo; quando Ele tirou o povo do Egito fazendo milagre após milagre, e o trouxe às portas da Terra Prometida, o povo duvidou, o povo teve medo, o povo não seguiu em frente.
Se não fosse a interferência de Moisés, aquele povo teria morrido naquele momento. Moisés interferiu junto ao Senhor, e Ele amenizou o castigo (Nm 14).

Castigo por quê? Castigo por desobediência, porque Deus havia prometido e estava entregando a eles o que seria naquele momento a maior benção na vida deles; e, por medo, insegurança, por acreditar mais no que alguns homens falaram ao invés de no que o representante de Deus falou; simplesmente não tomaram posse da bênção, sofrendo em seguida a consequência disso, pela teimosia, pela desobediência, pela falta de confiança em Deus.

Nos dias de hoje, infelizmente, também com frequência fazemos isso.
Deus coloca as coisas diante de nós, coloca aquilo que nos é destinado a fazer, e quando falta um passo a ser dado, recuamos, desobedecemos, não confiamos.

Em Hebreus 4 somos alertados em relação a isso.
Muitas vezes, queremos acreditar na promessa de “descanso” que Jesus nos dá, mas diante dos problemas que visualizamos e das aflições pelas quais passamos, ficamos ansiosos, balançamos, tememos, e acabamos por duvidar. Isso entristece o coração de Deus.
Precisamos fazer a nossa parte na caminhada cristã; buscar, entender e fazer, tendo a certeza em nossos corações de que o resto Deus vai fazer (Sl 37:5).
E, o complicado é que quando ficamos aflitos, por vezes adotamos algumas práticas que não agradam ao Senhor. Pensamos em fazer algum tipo de sacrifício em prol da causa que queremos ver resolvida, ou algum tipo de promessa a Deus para vê-la resolvida logo, sendo que todo o necessário já nos foi dado. Tudo o que tinha que ser feito já foi feito por Jesus, e Ele já nos disse para “descansar”.
Não é necessário que tentemos agradar a Deus com tais atitudes, é necessário somente que confiemos n’Ele, mais nada.
Ele também nos avisou que teríamos aflições. Jesus não mentiu para nós. Mas, tenha bom ânimo, é o que disse Ele também.
Devemos tomar posse dessa “confiança”, dessa “certeza”, para que não vivamos baixando a nossa guarda num momento de desânimo, em que a situação demora a ser resolvida.
Não podemos esquecer que é o tempo d’Ele, é a situação que Ele determinar.

Na realidade, quando provocamos uma situação com nosso erro, acontecem algumas consequências, e Deus utiliza essas consequências para realizar a obra d’Ele.
Sendo assim, temos que estar preparados, porque de repente as consequências não envolvem só a nós, envolvem mais pessoas, e Ele também tem que trabalhar na vida dessas pessoas. Devemos entender que esse tempo é o tempo d’Ele exatamente por isso, até porque, nós erramos, não Ele. E se porventura não fui eu quem errou, mas alguém do meu lado, e estou sofrendo as consequências junto, isso não quer dizer que eu também não cometa os meus erros e outras pessoas sofram junto as consequências.    
Por esse motivo, não podemos jamais acusar alguém!
Devemos ter certeza que essas “consequências” são utilizadas por Deus para resolver não só aquela situação, mas talvez um problema maior que desconheçamos.
A confiança é extremamente importante.
       
Vimos em Números 14 que Deus ficou muito chateado com a situação, porque o povo, de uma forma ou de outra estava dizendo para o “Amigo”: - Olha, não confiamos em Você, não acreditamos no que Você está falando.

Notamos também que, mesmo o povo passando por aquela consequência, viver por 40 anos no deserto, Deus não os abandonou, mesmo eles estando errados.
A questão é acreditar e agir quando necessário, como vimos no estudo anterior: Pessoas Maduras Tomam Atitudes em Deus. Se ficarmos duvidando e questionando, perdemos a benção. Não podemos duvidar do nosso Deus em hipótese nenhuma.

Em Hebreus 10:35,36 vemos duas coisas interligadas: Confiança à galardão e fazer a Vontade de Deus com alcançar a Promessa. Temos a nossa parte a ser cumprida. Temos que “confiar” e Deus vai nos galardoar; e se confiamos “fazemos a vontade d’Ele” e vai se cumprir aquilo que foi prometido.

Em Hebreus 4:11 está explícito: “Esforcemo-nos…”, isso é para nós, algo que devemos fazer, pertencente a nós, é uma atitude nossa a ser tomada, para que não caiamos no mesmo erro que aquele povo antigo caiu; devemos permanecer na fé, acreditando nesse Deus que prometeu e que é fiel para cumprir.
       
Podemos assim, “descansar” nessa promessa. Isso deve ser uma verdade viva, viva e eficaz em todas as esferas de nossas vidas.
       
Hebreus 4:14 nos fala a respeito da nossa escolha voluntária. Conservar firme a nossa confissão, quer dizer que; se algum dia eu confessei a Jesus, e Ele é o meu Salvador, e tenho a certeza disso, devo manter essa confissão firme, atual, viva dentro de mim, não esquecida na gaveta. Afinal, Ele entrou em nossas vidas porque concordamos com isso.
       
Ser cristão não é ser religioso. Uma coisa é bem diferente da outra.
Ser cristão é entender que, a partir do momento em que admitimos a entrada d’Ele em nossas vidas, viveremos junto d’Ele, da forma que Ele pede que vivamos. Conservemos a certeza, a confiança, a fé. Conservemos a certeza de que Jesus é o nosso Salvador.
       
Em Hebreus 11 o autor também fala de fé, certeza, convicção. Não há espaço para dúvidas. Nesse capítulo, estão citadas várias pessoas que foram exemplo de fé. Pessoas como nós, que sofreram, que tiveram problemas, que desagradaram a Deus em alguns momentos; pessoas que viram suas promessas cumpridas e outras que não as viram cumpridas; pessoas que foram traídas, presas, desprezadas; mas, que em nenhum momento deixaram de acreditar e ter fé, tendo o autor as relacionado como exemplos de fé.
       
Não tenha duvida de que Deus está junto de você e Ele vai atendê-lo segundo a Sua vontade. Nos versos  15 e 16 do capítulo 4 de Hebreus somos convidados a nos achegar a Deus, Ele nos convida a estar perto d’Ele. Quem afirma isso é um Deus que nos conhece, um Deus que viveu uma vida igual a nossa, embora sem pecar, um Deus que também sentiu aflição (Mc 14:36), mas embora aflito, Ele coloca a Vontade do Pai a frente de tudo  porque sabia que ela é a melhor, é a perfeita, e é a que tem que acontecer.
E temos que aprender isso.
       
Não podemos assumir o compromisso com Jesus só esperando que bênçãos caiam sobre nós, achando que nenhum problema vai nos acontecer.
Só pelo fato de sermos cristãos, já sofreremos com o problema do irmão. Temos que estar junto dele, ajudando-o, fazendo aquilo que Deus determina que façamos. Ser cristão não é viver todo o tempo alegre e sem problemas. A ninguém é possível viver dessa forma.
       
Mas podemos sim, aproveitar a grande diferença que acontece em nossas vidas quando aceitamos servir a esse Deus, que é: “poder descansar n’Ele”.
Ele nos pede para descansar e acreditar n’Ele, confiando que a promessa vai se cumprir!



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quinta-feira, 23 de maio de 2013

ATITUDES QUE LEVAM À LIBERTAÇÃO



ATITUDES QUE LEVAM À LIBERTAÇÃO



PESSOAS MADURAS TOMAM ATITUDES EM DEUS

1Co 13:11
“Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança, desde que me tornei homem, eliminei as coisas de crianças”.

Hebreus 5:12-14
"Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite e não de sólido mantimento. Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino. Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal”.


Pergunta: Você é adulto ou criança?
Não dá pra (depois de tanto tempo ouvindo a Palavra de Deus) continuarmos no “beabá”, por muitas e muitas vezes, sendo ministrados nos primeiros rudimentos, tipo um filho que os pais tivessem ainda que admoestá-lo dizendo: “Filho, já se passaram 20 anos e você ainda não aprendeu a andar?

Pessoas maduras = Pessoas de Atitude

At 12. 1-12
Atos 12:1 Por aquele mesmo tempo o rei Herodes estendeu as mãos sobre alguns da igreja, para os maltratar;
Atos 12:2 e matou à espada Tiago, irmão de João.
Atos 12:3 Vendo que isso agradava aos judeus, continuou, mandando prender também a Pedro. (Eram então os dias dos pães ázimos.)
Atos 12:4 E, havendo-o prendido, lançou-o na prisão, entregando-o a quatro grupos de quatro soldados cada um para o guardarem, tencionando apresentá-lo ao povo depois da páscoa.
Atos 12:5 Pedro, pois, estava guardado na prisão; mas a igreja orava com insistência a Deus por ele.
Atos 12:6 Ora quando Herodes estava para apresentá-lo, nessa mesma noite estava Pedro dormindo entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias e as sentinelas diante da porta guardavam a prisão.
Atos 12:7 E eis que sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz resplandeceu na prisão; e ele, tocando no lado de Pedro, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias.
Atos 12:8 Disse-lhe ainda o anjo: Cinge-te e calça as tuas sandálias. E ele o fez. Disse-lhe mais; Cobre-te com a tua capa e segue-me.
Atos 12:9 Pedro, saindo, o seguia, mesmo sem compreender que era real o que se fazia por intermédio de um anjo, julgando que era uma visão.
Atos 12:10 Depois de terem passado a primeira e a segunda sentinela, chegaram à porta de ferro, que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; e tendo saído, passaram uma rua, e logo o anjo se apartou dele.
Atos 12:11 Pedro então, tornando a si, disse: Agora sei verdadeiramente que o Senhor enviou o seu anjo, e me livrou da mão de Herodes e de toda a expectativa do povo dos judeus.
Atos 12:12 Depois de assim refletir foi à casa de Maria, mãe de João, que tem por sobrenome Marcos, onde muitas pessoas estavam reunidas e oravam.


Atos! Primeiro livro do Novo Testamento (depois dos quatro Evangelhos) onde se tem um título que nos impulsiona a sermos pessoas de “Atitude”!
A Atitude é importante na vida de todos nós!
Não é só o que cremos ou falamos que é importante, mas principalmente o que fazemos.
Precisamos entender, crer e agir como discípulos de Cristo, constantemente.

Lemos nessa passagem que Herodes ordenou à morte, a espada, Tiago, irmão de João. O povo gostou do acontecido e Herodes, por interesses políticos, querendo agradar tanto o povo, como as autoridades da época, ordenou prender Pedro para ser imolado logo após a Páscoa.

Poderíamos intitular essa passagem de “Não há mais esperança” ou “Não há mais nada a ser feito”.
Cogitem o fato: Ser levado e aprisionado numa cadeia, sendo vigiado por quatro grupos de quatro soldados (16 homens) para ser morto, mais ou menos, dentro de 3 dias, tendo ainda como agravante, o testemunho da morte de companheiros (Jesus e Tiago) dias antes. O que se poderia fazer para fugir dessa situação?
Imagina uma situação onde você diz: Não há nada ao meu alcance que eu possa me agarrar. Nada a ser feito.

Todos nós já nos encontramos, ou podemos nos encontrar numa situação semelhante.
Pode ser uma situação de morte, onde o médico diz: Não tem cura.
Onde o banco pode dizer: Não tem crédito. Uma situação na qual o esposo ou a esposa diz: Não tem mais jeito, vou me separar.
Ou qualquer outra situação onde podemos nos encontrar em que dizemos: Não tem jeito. Não há saída. Uma situação em que você, apesar de correr durante 20 anos, ainda se encontra no mesmo lugar. Isso é um tipo de prisão.

1º Passo – 12:5a
O texto nos diz que Pedro estava guardado na prisão. O homem prende, mas Deus guarda. Primeiro fato que você deve saber acerca do assunto: Mesmo que você esteja numa prisão, preso a um pecado ou a uma situação sem saída, saiba que você está sendo guardado por Deus.
Estar guardado, de certa forma é estar protegido.
Está sendo perseguido? Está sendo humilhado? Está levando bordoadas? Ainda não foi atendido sobre aquele pedido? As coisas ainda não estão acontecendo pra você? Saiba, porém, que dentro dessa sua “cadeia”, Deus está te guardando.
Reconhecido essa verdade, conheçamos agora alguns passos (atitudes) que nos levarão a libertação dessas “cadeias”, seja lá qual for.

2º Passo – 12:5b
A igreja fazia orava com insistência a Deus por ele.
Primeiro grande passo: Não pare de orar. Faça um propósito com Deus de orar continuamente. Esteja onde estiver, pare o que está fazendo, dobre seus joelhos e ore a Deus. Lembre-se de Deus e pare o que está fazendo por Ele. Dobre os joelhos por Ele. Deus ouve sua oração em pé e até mesmo debaixo d’água. Mas quando dobramos os joelhos, tendo que parar o que estamos fazendo; tendo que nos preparar para esse momento; isso move o coração de Deus por seu uma atitude mais sacrificiosa do que outras posições de oração.
(Sacrificioso: Algo difícil de se executar, geralmente aliado à preguiça. 2.Sacrifício em prol de alguma coisa. 3.Ato de insatisfação ao realizar alguma atividade física ou psicotécnica, como se você tirasse o dia para não fazer NADA e fizesse alguma coisa).
Não pare de orar.

3º Passo – 12:6
Não se preocupe.
Jo 14:1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
Jo 14:27 Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.
Hebreus 11:6 De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.
 A preocupação é pura falta de fé. Se você se preocupa é porque não acredita que Deus realmente possa fazer algo a respeito.
Vemos aqui que Pedro não estava andando de um lado para o outro, nem batendo a cabeça na parede, mas sim, dormindo entre dois soldados.

4º Passo – 12:7a
Se não deixarmos de orar e nem nos preocupar, Deus enviará o seu anjo.
O anjo do Senhor pode ser uma pessoa, um advogado, um cliente, um esposo (a)... Deus aparece na forma em que menos esperamos e isso não importa. O que importa é que Deus enviará um agente que trará a benção, quando não, Ele próprio.
As cartas às igrejas em Apocalipse foram endereçadas ao anjo da igreja, no caso, os pastores. Então, quando lemos “o anjo”, pode se referir a homens, a anjos ou como no caso aqui, ao próprio Senhor. Se orarmos confiantes, o Senhor virá ao nosso resgate.

5º Passo – 12:7a
É permitir que a esperança se acenda em seu coração. É ser otimista. È ver a luz no fim do túnel. A luz é o que te leva, que te conduz, que te mostra o caminho certo.
Sl 56.13 Pois da morte me livraste a alma, sim, livraste da queda os meus pés, para que eu ande na presença de Deus, na luz da vida.
Sl 119:105 Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.

6º Passo – 12:7b
Obediência. Diante de uma ordem do Anjo, Pedro não titubeou em obedecer. Existem pessoas que demoram a levantar. Que estão conformadas com a situação. Que não buscam o sentido real da vida. Que imaginam: É isso mesmo... Fazer o que?
Até quando coxeareis entre dois pensamentos? 1Rs 18:21a
Levanta-te depressa! Quando você tiver a atitude de se levantar, a primeira coisa que vai acontecer é: Serás liberto! Liberto da sua depressão, do marasmo, da auto piedade. Liberto do sentimento de que Deus está nos castigando. De alguma forma, temos grande parcela de culpa da situação em que nos encontramos. Pedro foi preso pelo nome de Cristo, mas os nossos problemas, 90% foram criados por nós mesmos.

7º Passo –12:8ª
Prepare-se. Busque conhecimento de leis espirituais que regem no universo. Calçar os pés é estudar o Evangelho
Os 4:6 O meu povo está sendo destruído (ou levado cativo), porque lhe falta o conhecimento.
Ef 6:15 Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz

Se temos por objetivo chegar a algum lugar, de seguir por um caminho, temos que estar calçados. Sem calçados algum, podemos até chegar lá, mas a custo de muito sofrimento e tempo prolongado.

8º Passo –12:8b
Proteja-se. Principalmente contra seus próprios erros. Faça o que é certo. Seja verdadeiro consigo e com os outros
Ef 6:14 Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça.

Auto avaliação. Reflita, reveja e procure descobrir o que foi que te conduziu a uma situação de aprisionamento, para que não volte acontecer novamente.
Colocar a capa é estar preparado para tempos bons ruins, com ânimo constante, mesmos diante de adversidades, não esmorecer, não desistir.
9º Passo – 12:9a
Siga os passos do Senhor. Deixe de andar por conta própria. Deixe de conduzir sua vida do jeito que você “acha” que é melhor. O Anjo falou: Segue-me. E Pedro, aquele que Jesus escolheu para edificar a igreja, seguiu sem pestanejar, colocando-se em lugar de seguidor.

10º Passo – 12:10a
Diante da humildade de seguir a Deus, a libertação passa a ser uma realidade na vida. As portas irão se abrir diante de você. Notemos aqui que é necessário passarmos por nove etapas para que as portas comecem a se abrir.
Quando a porta se abre é sinal de que você não queimou nenhuma etapa. É benção pura.
Deus é Aquele que tem a chave de Davi (Apc 3.7).

11º Passo – 12.10b
Logo depois de o Senhor entregar a tua benção e diz: Agora é com você. Deus não vai ficar te paparicando o tempo todo. Ele te guarda, cuida de você, mas não vai ficar pegando na sua mão de marmanjo para atravessar a rua. Ele não vai dizer para um bebê de 80 quilos: Filhinho, olha o sinal vermelho, porque você já sabe que não se deve atravessar no sinal vermelho.

12º Passo - 12:11,12
“Agora sei...”. Reconhecimento do que o Senhor fez por você. Render louvores a Deus. Adorar reconhecendo que foi o Senhor que te livrou. Não foi a sua faculdade, a sua beleza, a sua percepção, e sim o Senhor que moveu tudo isso na sua vida para que você aprenda a ser dependente d’Ele.
Não deixe de congregar com seus irmãos. Pedro voltou direto para a família espiritual dele.
Não faça o que muitos fazem depois de alcançar a benção se voltam para a prisão novamente. Permaneça na Casa de Deus. Deus não gosta de inconstância.

Se tudo indica que não há saída pra você, Deus lhe diz que sim, há saída pra você sim. Deixe com que Deus a partir de hoje seja o Seu Tudo, e as portas se abrirão.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

a Nossa HORTA!



a Nossa HORTA!



Tudo começou com um simples canteiro, algumas sementes e o sonho antigo de termos nossa horta novamente.
Agora ela existe! alface, couve entre outros estão no nosso cardápio diariamente, sempre fresquinhos e suculentos.
Horta requer cuidado, dedicação, zelo.
E assim como Deus a cada dia tem cuidado de nós, regado, protegido da chuva, limpado, nossa horta tem seu "bom cuidador", o Pr. Odair, que dia a dia zela por cada plantinha.

Encha seus olhos com o resultado e deixe o "Bom Cuidador" cultivar você!



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